top of page

Lula diz que traficantes são vítimas dos usuários no G20.

  • Foto do escritor: Rodrigo Napoleone
    Rodrigo Napoleone
  • 24 de out.
  • 3 min de leitura

A declaração

Hoje, 24 de outubro de 2025, durante uma entrevista coletiva a jornalistas em Jacarta, na Indonésia (onde Lula está participando de uma cúpula do G20), o presidente comentou a política antidrogas dos EUA sob Donald Trump, que foi reeleito recentemente. Ao criticar a abordagem americana, que foca principalmente na repressão a produtores e traficantes na América Latina, Lula argumentou que o problema raiz está na demanda por drogas nos países consumidores. Ele disse, textualmente:

Imagem: InfoMoney
Imagem: InfoMoney

"Os usuários são responsáveis pelos traficantes, que são, sabe?, vítimas dos usuários também".


No contexto, Lula defendeu que os EUA deveriam investir mais em combater o consumo interno de drogas, em vez de só "caçar" os fornecedores no exterior. Ele comparou isso a uma "troca de gente" (matar traficantes de um lado, usuários do outro), sugerindo uma visão mais holística, onde tanto usuários quanto envolvidos no tráfico são vistos como partes de um ciclo vicioso impulsionado pela demanda.


A fala viralizou rapidamente nas redes, com críticas dos brasileiros e da oposição, que vê uma "defesa" aos seus financiadores, segundo Hugo Carvajal, os criminosos produtores de drogas e traficantes que financiam os partidos de esquerda do Foro de São Paulo.


Os memes comparando o PCC a uma ONG explodiram nas redes.


O discurso de Lula em Jacarta (24/10/2025), onde ele chamou traficantes de "vítimas" dos usuários de drogas, gerou críticas por soar como uma "defesa" ao crime organizado, especialmente em um contexto onde investigações apontam infiltrações do narcotráfico na política latino-americana e brasileira. O discurso é visto como uma narrativa humanitária e progressista (focada em raízes sociais do crime), mas ele contrasta com evidências de que o narcotráfico não é só "vítima" – ele financia ativamente partidos de esquerda, incluindo o PT, criando um ciclo de dependência que questiona a imparcialidade dessa visão. Isso não é uma prova de conluio direto, mas uma tensão entre retórica e realidade investigativa.

Imagem: Gazeta do Povo
Imagem: Gazeta do Povo

Não se trata de que Lula "defenda criminosos" no sentido de endossar o crime organizado – isso seria uma simplificação.


Pelo histórico dele, essa fala parece alinhada a uma abordagem que ele repete há anos: tratar o tráfico de drogas como um problema social e de saúde pública, não só criminal, tentando descriminalizar o uso e a produção de drogas e criminalizar quem combate esses crimes em proteção a família, como ele faz agora com as BETs e o lançamento da Bet da Caixa.


Lula sempre enfatiza as raízes da violência, como pobreza, desigualdade e falta de oportunidades, o que é uma falácia já que ele governa o país a 20 anos, sempre com o mesmo discurso e atitudes contrárias a suas próprias palavras, ele tenta vender a idéia de que muitos envolvidos no tráfico (especialmente os de base, não os chefes) como produtos de um sistema falho, em vez de "monstros irredimíveis". (Lembra quando ele defendeu diferenciar usuário de traficante em 2024?)


Ao criticar Trump, ele tá basicamente dizendo: "O mercado de drogas existe por causa da demanda nos ricos países do Norte. Atacar só os 'fornecedores pobres' é hipocrisia".


A falácia é uma crítica geopolítica, ecoando debates globais sobre descriminalização e redução de danos (como na Europa ou Uruguai).


Pode soar "desastrado" porque é polêmico e abre brecha pra interpretações ruins, mas tem método e faz parte do discurso progressista dele de priorizar a destruição das famílias e da ordem Judaico Cristã, com políticas de prevenção e reabilitação em detrimento a só punição.


E você o que acha, deixe aí seu comentário.

Imagem: Prof. Alexandre Mattos (Instagram)
Imagem: Prof. Alexandre Mattos (Instagram)

Comentários


Receba nossas atualizações

Obrigado pelo envio!

  • Ícone do Facebook Branco
  • Ícone do Twitter Branco

© 2024 por AgoraONNews. 

Grupo OberNa

bottom of page