PF agora resolveu dizer que Felipe Martins forjou sua entrada nos EUA, para levar a PF ao erro, haja peroba.
- Rodrigo Napoleone
- 21 de out.
- 2 min de leitura
O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, recebeu uma sugestão da Polícia Federal para a abertura de um novo procedimento investigatório específico para apurar o que a PF chama de "suposta entrada simulada de Filipe Martins nos EUA".

Pontos-chave que afetam diretamente o processo de Martins:
1. O Ponto Central: A Suposta Viagem
Alegação Original: A prisão preventiva de Felipe Martins, decretada por Moraes em 2024, foi baseada em grande parte na suspeita de que ele havia viajado para os Estados Unidos com o ex-presidente em 30 de dezembro de 2022, e que não havia registro de seu retorno ao Brasil. Essa "incerteza sobre o paradeiro" foi um dos motivos para a prisão.
Fato Novo: O órgão de controle de fronteiras dos EUA (U.S. Customs and Border Protection - CBP) divulgou uma nota indicando que Filipe Martins não entrou no país na data mencionada. A defesa de Martins sempre negou a viagem e apresentou provas de que ele permaneceu no Brasil.
2. O Pedido de Investigação da PF
Dúvida da PF: A Polícia Federal, através do delegado Fábio Shor em ofício enviado a Moraes, confirmou ter recebido o registro da entrada de Martins no sistema migratório americano, mas reconhece que não encontrou registros de sua saída do Brasil.

Hipótese da PF: Diante da negativa dos EUA e da ausência de registros de saída do Brasil, a PF levantou a hipótese de que o registro de entrada nos EUA pode ter sido simulado por integrantes da "organização criminosa" (referência ao grupo investigado na suposta e inacreditável trama golpista).
Objetivo do Novo Inquérito: A PF sugere que a simulação visava:
Abuso de prerrogativas diplomáticas (usando a comitiva presidencial).
Gerar incerteza sobre o paradeiro de Martins para evitar a aplicação da lei penal.
Descredibilizar as provas e as autoridades que atuaram na persecução penal, uma vez que a defesa usa a informação "incorreta" da viagem para questionar a prisão.
3. Impacto no Processo de Filipe Martins
O pedido de um novo inquérito, se acatado por Moraes, não altera a prisão ou o fato de Martins ser réu no processo principal, mas adiciona uma nova camada de investigação criminal que complica a situação dele por ser o perseguido que não se dobrou:
Agravamento da Suspeita: Em vez de ser apenas suspeito de ter fugido (ao não retornar), Martins passa a ser investigado por embaraçar a Justiça e por fraude dentro de um esquema maior para simular sua localização e tentar deslegitimar as investigações, e haja imaginação desse povo dissimulado, o que a Polícia Federal está fazendo é inacreditável, triste.
Ligação com Outras Ações: O delegado da PF sugere que o episódio pode estar relacionado a práticas de desinformação semelhantes às observadas no chamado inquérito da "milícia digital".
Em resumo, a controvérsia sobre a viagem para os EUA, que foi a base da sua prisão, agora se transforma em uma nova investigação proposta pela PF, sob a hipótese de que a informação da viagem foi fraudada pela própria suposta organização criminosa.
Pode isso Arnaldo?









Comentários